quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta-feira (24/3), no Palácio do Planalto, um grupo de estudantes universitários e secundaristas que participaram de manifestações na Esplanada dos Ministérios


 

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta-feira (24/3), no Palácio do Planalto, um grupo de estudantes universitários e secundaristas que participaram de manifestações na Esplanada dos Ministérios. Sob liderança dos presidentes da UNE (União Nacional dos Estudantes), Augusto Chagas, e da Ubes (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick, o grupo de estudantes foi recebido, num primeiro momento, pelo secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e em seguida todos se reuniram com a presidenta Dilma, que se fez acompanhar pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.



Após a reunião, Chagas e Evanovick conversaram com jornalistas sobre o encontro. Eles informaram que as entidades que representam os estudantes apresentaram à presidenta Dilma a pauta de reivindicação para o setor de educação. Segundo Chagas, a pauta contempla destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor e 50% da receita do fundo proveniente do pré-sal também para o sistema educacional. Evanovick afirmou que a presidenta Dilma mostrou-se sensível ao pedido dos estudantes.



Durante a conversa, os estudantes solicitaram que as conquistas obtidas no Congresso Nacional não sejam vetadas pela presidenta em matérias que devem virar leis. De acordo com o presidente da Ubes, as entidades apresentaram 59 emendas em projeto de lei que tramita na Comissão de Educação da Câmara que trata do plano nacional de educação.



Estudantes fazem marcha em Brasília para pedir mais investimento em educação

Da Agência Brasil

Brasília – A União Nacional dos Estudantes (UNE) está com representantes em Brasília para pedir mais investimentos para a área de educação. Depois de realizar uma marcha na região central da cidade, os estudantes esperam ser recebidos, nesta tarde, no Congresso Nacional e também pela presidenta Dilma Rousseff.

A UNE disse ter reunido 10 mil estudantes no protesto, que percorreu as ruas desde o Banco Central até a Esplanada dos Ministérios. Mas, segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, a marcha reuniu cerca de 3 mil pessoas.

Os estudantes reivindicam a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país para a educação, o investimento de 50% do fundo do pré-sal e redução de juros. “O Brasil vive um momento importante, vem se destacando como uma forte economia. Neste momento, investimentos em educação são prioritários para o desenvolvimento do país”, disse o presidente da UNE, Daniel Lliescu.

O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Yann Evanovick, que veio do Amazonas para apoiar o movimento, destacou a necessidade de mais assistência estudantil, melhoria nas escolas e universidades. Ele também chamou a atenção para a evasão escolar no ensino médio. “Hoje, 50% dos jovens que estão no ensino médio abandonam os estudos, ou seja, milhares de estudantes deixando as escolas”, disse Evanovick.

Os estudantes reivindicam ainda melhor remuneração para os professores e ampliação das vagas nas universidades públicas. O pernambucano Ângelo Raniere, diretor na UNE, disse que, além de ampliar as vagas no ensino superior, o governo precisa garantir estrutura adequada para a educação.

A estudante Camila Vallejo, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh), ativista nos protestos estudantis chilenos que reuniram milhares de estudantes nos últimos dias, também participou da marcha. Camila veio ao Brasil com objetivo de elaborar uma agenda política com a UNE. Ela quer alertar sobre as violações dos direitos humanos e sobre a falta de democracia no Chile.

Para Lliescu, além de apoiar os estudantes chilenos nas questões relativas aos direitos humanos, o movimento estudantil brasileiro pode trocar experiências com o Chile. “Há algo em comum na luta estudantil dos dois países, que é a grande participação do setor privado do ensino superior. Defendemos a regularização do ensino superior privado, é preciso garantir uma educação de qualidade", observou.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Combate a Pobreza no Ma.

Ha história passou a ser escrita, a pobreza foi um assunto e um problema focalizado com freqüência. Não foi, portanto, o romantismo com os "Os Miseráveis", de Victor Hugo que mostrou a chaga social da pobreza, a tristeza que a envolve, o baixo padrão que nela se insere em permanência, mas a própria natureza humana, séculos após século, que multiplicou os pobres, e estabeleceu as classes sociais, com as diferenças conhecidas e combatidas, até agora inutilmente.

Não só no Brasil, a pobreza é uma das vergonhas. Ela existe inclusive nos países altamente desenvolvidos, como a Suíça, como os Estados Unidos, com a Suécia, enfim, como os países conhecidos pela sua estrutura social, com reduzida percentagem de pobreza.

É um quadro sinistro, deplorável em todos os sentidos, em que figuram quase todos os países, ou mesmo, se formos exigentes na apuração da realidade, que apresentam altas taxas de pobreza, como os povos africanos. E outros.

Combater a pobreza, os treze bolsões de miséria que a ONU registrou no Brasil, é, pois, um dever, não aumentando impostos para justificar a manutenção em parte ociosa da burocracia brasileira, essa brutal devoradora de verbas daqueles que necessitam para os que não necessitam.

O governo só poderá combater a pobreza reduzindo os impostos e fazendo um plano não-fictício, como tantos que já foram jogados na lata de lixo dos ministérios. Deve ter o propósito de servir aos pobres do País, que são milhões em todas as regiões.

Não defendemos a inviável versão marxista da divisão social em classes. Elas existem e vão continuar a existir, como ficou mais do que comprovado na extinta União Soviética, onde classes predominaram mais do que no Antigo Regime, que provocou a catastrófica Revolução Francesa.

Defendemos uma organização social de classes, em que todas elas sejam providas de meios para os seus membros, que não vivam no terrível ostracismo social da pobreza.
 
Aelson Barros

sábado, 13 de agosto de 2011

2 ª Grande Vaqueja de Governador Eugenio Barros-MA


Vai começa a 2 ª  Grande Vaquejada de  Governador Eugenio Barros-MA, e com uma premiação de R$ 10.000,00 reais  para os participantes do evento. O evento acontecera com muita alegria,  vamos fazer que este evento se torne referencia na região do nosso estado.  A 1º Vaquejada serviu para a equipe melhorar a cada ano que passa, pois os nossos telespectadores merecem sempre o melhor.  Acho até mesmo que devemos já ir pensando na do ano que vem 2012, para já ir programando a maior vaqueja que a região já viu, fazendo inclusive a escolha da rainha da vaquejada, Esperamos  que toda a comunidade de Governador Eugenio Barros-Ma e região venha participar!!!

Aelson Barros

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dinheiro Publico

Faz poucos dias falava com um amigo sobre o patriotismo, exaltando-o como o suporte das nações, de sua duração no tempo histórico e no espaço físico. O patriotismo é o fundamento da letra do Hino Nacional. Nas escolas primárias já não é ensinado, mas foi, durante decênios, para incutir na consciência das criança o amor ao país. Aprendia-se nas escola primária a amar o Brasil, como grande país, destinado a ser uma das grandes potências do mundo. Passaram-se os anos. Derrubada a oligarquia que dominava o Brasil, com ordem e com decência, tenha-se presente, veio o getulismo, com seus homens de 1.000, de que fala Oliveira Vianna, e o Brasil começou a mudar. Mas não tanto quanto depois desse período de quinze anos. O presidente Dutra e seus sucessores, que governaram com a Constituição de 1946, tiveram tempo e decisão para manter o Brasil como supremo órgão do amor de seus filhos. Se Vargas se suicidou, o fez por motivos conhecidos. Os sucessores de Vargas Juscelino, em primeiro lugar, preocuparam-se com o Brasil. Se Juscelino realizou com sua simpatia, seu entusiasmo e cativante comunicabilidade o programa de metas, está nas ruas o resultado de seu qüinqüênio. Os milhões de automóveis de várias marcas, circulando para produzir riqueza ou proporcionar lazer. Quem perdeu no cargo foi Jango, apenas por ser imaturo, e se ter deixado seduzir pela moda de então, o socialismo, algumas vezes com tinturas soviéticas.  Hoje, pelo que observamos nas alturas do poder, não se pronuncia uma só vez a palavra patriotismo. Os dinheiros públicos estão sendo confundidos com dinheiros particulares, tendo havido indivíduos inescrupulosos que enterraram a mão em cheio no patrimônio do Estado, no seu Tesouro, e arrancaram o que puderam para levar vida faustosa no Brasil e no estrangeiro. Pergunto: essa é a democracia com a qual sonhamos? Evidentemente que não é. Essa é uma burla, que envolve todo o povo brasileiro.

Aelson Barros