segunda-feira, 4 de abril de 2011

Morre em São Paulo o ex-governador Jackson Lago

Morreu há poucos minutos no Hospital do Coração, em São Paulo, o ex-governador do Maranhão Jackson Kepler Lago. Ele estava internado desde quarta-feira (30), depois de uma piora no seu estado de saúde. Jackson sofria de câncer de próstata.

José Alencar

Meus @migos
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Sei que neste momento o normal é começar falando para a família do José Alencar, para os mineiros. Mas quero falar,  para os jovens brasileiros. Quero que eles tenham a sensação que não temos todos os dias do nascimento de um personagem histórico; que eles percebam que hoje, no começo da tarde, no Brasil, nasceu um novo personagem histórico. Personagem histórico que os jovens precisam entender como é que nasce. Ele nasce obviamente, em primeiro lugar, pela vida que ele teve, mas ele nasce sobretudo pela doação que fez ao seu País, a sua Nação.


José Alencar hoje deixou de estar entre nós na vida, mas hoje ele nasceu para a história. Nós perdemos uma figura especial na relação que nós tínhamos, mas nós ganhamos um exemplo a ser seguido por cada um de nós.

Por isto eu falo para os jovens brasileiros, para que eles percebam que, diante do desânimo que eles vivem, diante do sentimento de mágoa que eles têm, diante da frustração que eles têm com aqueles que fazem política, eles têm que perceber que, no meio de tantos de nós, de repente, um deles desaparece para a vida e surge para a história. Desaparece como ser humano e aparece como ser histórico, como exemplo permanente.

Quero que cada um dos jovens brasileiros hoje entendessem, ao olhar ao redor, ao ver o noticiário, ao perceber quantos estão sofrendo neste País inteiro, entendessem que tiveram o privilégio, estão tendo o privilégio de terem acompanhado a luta de um grande homem, um grande homem de sucesso nos seus negócios, de grande sucesso na vida pública, mas um homem sobretudo de coerência, de capacidade, de resistência inclusive física e por isso, pela resistência, pelo sucesso, pela coerência, pela luta ele vira um personagem histórico. Graças à política. O simples fato de ele ser um homem de sucesso nos negócios não teria feito dele um personagem histórico em que ele se transformou ao viver lutando e ao morrer lutando. Esse personagem histórico nasceu da crença dele na luta política, da sua doação pela política ao seu País e pela capacidade de exercer a política com honradez.

Eu quero deixar esta mensagem aos jovens brasileiros: cada um de vocês tenha a sensação de assistir ao nascimento de um personagem histórico da maior importância no cenário brasileiro.

Para concluir,  meus cumprimentos aos familiares, aos mineiros ,ao PRB, o partido que o acolheu, que fez dele Vice-Presidente e ao qual ele serviu, com tanta honra e tanto orgulho para vocês. Parabéns pelo personagem de que vocês estiveram juntos. Parabéns pelo exemplo histórico que surgiu do PRB para a história brasileira.

Aelson Barros

sexta-feira, 18 de março de 2011

TERRA - MÃE

Me agridem o tempo todo.

Me sujam, cospem em mim me batem e me macham de sangue.

Não me alimentão não me agradecem, não me respeitão.

Me queimam logo eu! mãe da raça humana que se torna cada vez mais desumana.

Logo eu que lhes dou o alimeto, que lhes proporciono a alegria de belas paisagens.

Logo eu! que tiro de mim do meu colo seu sustento.

Que faço brotar dos mais profundos poços a agua que lhes traz a vida.

Voces só não percebem que lhes quero o bem, quando eu não aguento mais peço a Deus que me lave, e dos ceus caem chuvas que me limpam e me faz respirar.

Quando eu não aguento mais tanta humilhaçao tanta dor, e tantos corpos pelo chão.

Deixo gravado na historia a minha insastisfação, começo a chorar e grandes ondas se formam, matando milhoes. As vezes fico tão quente e triste, que espiro bolas de fogo destruindo casas e manções. Voces me ferem de uma forma, que fico tonta, abrindo burracos em mim que devoram cidades.

Porém olhem para mim!Eu sou a mãe de todos voces.

E tambem a bomba organica mais importante que existe.

Voces podem pisar em mim, me ferir me inguinorar.

Mais eu ainda amo voces.Mais estou morrendo, um dia não irei suportar, tanto ódio e ganancia.

Voce ja sabe quem eu sou?

A mãe da vida e da morte.

A mãe do ontem do hoje e do futuro.

Eu sou a mãe terra. Aquela que acolhe voces, então lhes pesso! tenham consciencia de que estou viva, e posso retribuir o amor de voces.
 
Aelson Barros

quinta-feira, 17 de março de 2011

11 de Março, Parabéns Governador Eugênio Barros

11 de Março de 2011, dia do aniversario da cidade,e a cidade que ganha o presente e o povo também,  Eu quero cumprimentar o PrefeitoWashington Luis Nogueira do nosso município. Mas agora vamos tratar do que eu vim tratar aqui com vocês, porque as pessoas mais pobres do nosso país sabem o quanto é doloroso buscar atendimento médico para um ente querido, um filho, um pai, uma mãe ou uma avó, e não conseguir ser atendido. Se depender deste novo hospital ,hoje, isso não mais vai acontecer na nossa cidade. O nosso sonho é que um dia essa seja a realidade em todo o Brasil mude para melhor e vocês sabem que os investimentos em saúde são prioridade desde o primeiro dia. Melhoramos a qualidade do atendimento e aperfeiçoamos a prestação de serviços. E eu quero lembrar, aqui, para não perder de vista, nosso hospital é referência na região.Tudo isso, para melhor atender a saúde da população. Todos sabem que as pessoas que procuram um hospital sempre estão fragilizadas e precisam de mais atenção e de mais carinho. Não tem coisa pior do que você chegar doente a um hospital e encontrar uma atendente mal-humorada, ou porque o atendeu um atendente mal-humorado. Mesmo que essa pessoa tenha problemas em casa, mesmo que tenha problemas sei lá de que espécie, até isso, mas essa pessoa não pode descarregar no atendimento à pessoa que chega doente. A pessoa que chega doente, se for tratada com carinho, já vale cinqüenta por cento da consulta. Agora, se for tratada com mau humor, realmente essa pessoa volta para casa mais doente do que chegou ao hospital. Assim,  proporcionando maior conforto aos pacientes, buscando atendê-los de acordo com a gravidade do seu estado de saúde e, sobretudo, fazendo com que passem o menor tempo possível no hospital. Quero deixar claro que este grande hospital só se tornou realidade porque é o resultado de muito trabalho, nosso Amigo Pidaré é prova disso.
Meus amigos e minhas amigas, dentre as muitas iniciativas que podem ser citadas como exemplos de que a saúde tem sido uma prioridade fundamental em nosso municipio. são duas iniciativas importantes que esta sendo adotada em favor da qualidade de vida do nosso povo. Na verdade, saúde é questão de cidadania e justiça social.
Parabéns  ao Prefeito, parabéns ao nosso querido povo e se, Deus quiser, as coisas vão continuar evoluindo e vão melhorar.
Até outro dia, se Deus quiser

Aelson Barros

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Todo mundo ERRA!

Lá vou eu de novo tentar tirar as poeiras que se acumularam ao longo dessa minha ausência grande. Primeiro, quero agradecer muito a todos pelos acessos que apesar da pouca atualização do site se mantém num número bastante significativo. Segundo gostaria de pedir desculpas por ter me afastado tanto… sem que não justifica entretanto tenho andando bastante ocupado e com muitas coisas em paralela por isso, tive que priorizar.
Mas chega de conversa e vamos ao que interessa.
Acredito sinceramente que nenhum de nós é um santo por completo nem um demônio total.  Falo isso, pois penso que todos nós erramos, caímos, falhamos, decepcionamos, etc. Uns mais que os outros, outros menos, mas todos nós temos nosso momento de “pecadores”.  Eu particularmente me encaixo nesse perfil.  Tenho meus acertos, porém, de um forma bem sincero, tenhos minhas “ruindades”.
Diante a uma reflexão como essa a pergunta que me coloco, se todos falhamos, o que muda de um para outro é a intensidade e/ou frequência. Sendo assim, com qual base julgamos? Qual é a premissa que assumimos para então dizer que alguém merece ou não se punido? Não vou me alongar demais porque só a tentativa de discutir essa pergunta é tema para até doutorado e meus amigos advogados, juristas, estão mais aptos do que eu para falar sobre o assunto.
Quero trazer dois pontos : primeiro que precisamos evitar os julgamentos. Sim evitar, não disse ser cuidadoso. Disse evitar. Parar de preferência. Como disse antes somos criaturas errantes, falhas em nossas essências, logo incapazes de estabelecermos um conceito inidoneo . Outro ponto é que errar faz parte de nossa caminhada e por isso devemos mudar um pouco nossa atitude com relação a esses acontecimentos.
Julgamentos e preconceitos são uma das fontes de todo o mal. Sempre que assim o fazemos estamos introduzindo uma componente humana e por isso falha. Logo, na maioria dos casos, incorremos no erro (viu erramos o tempo todo) de estabelecermos punições, afastamos ou aproximamos, e outras atitudes, que mais nos atrapalham do que ajudam. O exercício de não julgar, de não esperar é titanicamente difícil.  Não espero que ninguém consiga sem ter algo divino.
Partindo do pressuposto que somos falhos, é fato que iremos errar, em pequena ou grande escala. A questão é como lidamos com esses tropeços. Caímos e nos levantamos logo em seguida? Ficamos congelados? O que fazemos? Eu, particularmente, sou daquela pessoa que me sinto muito mal e fica, na maioria dos casos, paralizado.  Fico angustiado mas não transformo isso em movimento para frente.
Quando me permito aceitar que erro e que preciso me perdoar por isso, uma nova abordagem ganha cores: nesses casos consigo mover adiante e sempre acabo evoluindo mais.
Bem é isso.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Educação: avanços e retrocessos do governo Lula, E o Maranhão?

               Encerrado o ciclo de oito anos do governo Lula da Silva, se faz necessário voltar o olhar para as políticas implementadas em âmbito federal a fim de se estabelecer um balanço crítico e embasado a respeito dos avanços e retrocessos do período. No que se refere à política educacional, o governo do PT pôs em prática uma série de mudanças significativas como o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Novo Enem, o acréscimo de um ano no ciclo do ensino fundamental, a Reforma Universitária que engloba programas e medidas provisórias como o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), o Programa Universidade para Todos (PROUNI), o Ensino à Distância, entre outras, que merecem ser destrinchadas.
              Dentre as diferentes avaliações sobre a educação brasileira, uma parece ser consenso: o governo Lula avançou em relação ao governo Fernando Henrique Cardoso (FHC). “Lula avançou bastante em comparação às políticas anteriores. Em primeiro lugar, no acesso ao ensino superior, a expansão das universidades públicas e federais foi extraordinária. O acesso ao ensino médio foi extraordinário também”, relata Moacir Gadotti, presidente do Instituto Paulo Freire.
              Houve um avanço explosivo do setor privado da durante os últimos oito anos: “Quando FHC concluiu o seu mandato, tínhamos aproximadamente 30% das matrículas no setor público e agora temos em torno de 24%”.
             Porém, o professor acredita que antes de fazer um balanço do governo Lula, é necessário contextualizar a realidade brasileira com a educação mundial que, para ele, tem substituído seu papel de produção de conhecimento para simplesmente formar uma força de trabalho mais flexível e desregulamentada. “O padrão de educação superior foi mundializado e chegou ao Brasil. Esse padrão compreende, de fato, que a educação é um negócio. Pode ter alguma regulamentação, mas é um campo aberto para lucro”,
                 Durante a década de 1990, os administradores do Estado brasileiro afirmavam que o problema da educação estava relacionado com má organização de gestão. Essa ideia, que permaneceu durante a década de 2000, é rechaçada pelos educadores. O movimento de educação afirma que o maior problema da área é o baixo financiamento. Durante os últimos 20 anos, a parcela do Produto Interno Bruto (PIB) destinada à educação se manteve em torno de 4%. Em 2000, FHC aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE) que, devido à pressão do movimento social de educação, institui que 7% do PIB sejam destinados à educação pública. FHC, no entanto, vetou esse artigo, mantendo os 4%.
                
Um país analfabeto

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais é de 9,8% da população, correspondendo a cerca de 19 milhões de analfabetos. Comparado a alguns de nossos vizinhos latino-americanos, estamos bastante atrasados: segundo levantamento de 2007, feito pela Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (Clade), em Cuba a porcentagem é 0,2%, no Uruguai é 1,9% e na Argentina, 2,8. Não à toa, a professora da Faculdade de Educação da USP e pesquisadora na área de política educacional Lisete Arelaro destaca a educação de jovens e adultos, particularmente no que tange a alfabetização, como “uma das grandes decepções em relação ao governo Lula. É uma dívida social e que se esperava que pudesse ter sido enfrentada em outro patamar de qualidade”.
              Para Moacir Gadotti, a alfabetização de jovens e adultos representou uma lacuna no governo Lula, “faltou um plano nacional de erradicação do analfabetismo. Aliás, hoje nós temos o mesmo número e analfabetos que tínhamos quando Paulo Freire foi exilado, em 1964.”. Gadotti conta que, no início do mandato petista, Cristovam Buarque foi nomeado Ministro da Educação e criou uma Secretaria Extraordinária de Erradicação do Analfabetismo. Ainda em 2003, foi inaugurado o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), com a promessa de erradicar o analfabetismo em quatro anos. No mesmo ano, Buarque é substituído por Tarso Genro e a política de alfabetização é abandonada. “Tarso Genro extinguiu a secretaria e se focou mais na universidade. Em 2005, entra o Fernando Haddad, continuando a política do Genro”,

Aelson Barros

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Políticas Públicas de Juventude de Governador Eugênio Barros-Ma

Devemos fazer um debate para a institucionalização das políticas públicas de juventude. O campo da juventude nos últimos anos foi a luta pela institucionalização. Ele defendeu a unidade e a maturação coletiva para priorizar bandeiras de luta e apontou a necessidade de avanços, principalmente no que se refere à aprovação de marcos legais e do fortalecimento dos jovens.
A transversalidade das políticas de juventude e a sua relação com a institucionalização, para o fortalecimento institucional dos organismos de juventude terem mais condições e autoridade para influenciar nas políticas setoriais do governo, fazendo com que uma perspectiva geracional juvenil seja incorporada em áreas como educação, saúde, cultura, trabalho, desenvolvimento social, entre outras.

Aelson Barros