Vou falar de um assunto muito importante, que é a inflação, sobre o que a Presidenta Dilma ontem falou com tanta ênfase. Vou falar sobre inflação, nós não teremos outro assunto a não ser o problema dos preços e dos salários. Por isso, neste momento, não há nada mais importante , falei sobre isso na semana passada com o Amigo e volto a insistir, nada mais inquietante e preocupante do que o risco da volta da inflação em nível alto. Isso é mais importante do que saber se os estádios de futebol vão estar prontos ou não, isso é mais importante do que saber se os aeroportos vão conseguir receber todos os turistas da Copa do Mundo, das Olimpíadas ou não. Nós, nestes últimos cinco meses, já tivemos, por cinco vezes, o IPCC 1 acima de 6,5%. Quero chamar atenção, primeiro, para o que é o IPCC 1 e chamar atenção para o que significa o número 6,5. A meta de inflação definida pelo Banco Central, desejada por todos, é 4,5, mas sempre se coloca a possibilidade de dois pontos acima ou dois pontos abaixo. Nós, por cinco vezes, ultrapassamos o limite superior do 4,5 mais dois. Ultrapassamos isso, preciso explicar no IPCC 1. E o que é o IPCC 1? É o indicador que mede a inflação dos mais pobres, de um a dois e meio salários. Portanto, Meus queridos Amigos, volto a dizer o mesmo que disse ao meu Amigo. Não adianta toda a luta para aumentar 5% no salário mínimo se a inflação é de 7,41%, ou se passa de 6,5%. Não adianta toda essa luta pelo salário mínimo se a inflação volta. Não adianta toda a luta pelo aumento de salários se a inflação volta. Por isso, creio que esse é o tema fundamental do dia de hoje, dos dias de hoje, dessas semanas. A Presidenta, falou com muita ênfase e firmeza que, para ela, a luta contra a inflação é um ponto fundamental do seu Governo. E, de fato, por mais que ela faça, se a inflação voltar, o seu Governo fracassou. Eu às vezes acho, Meus Amigos, que não dá para enfrentar o problema da inflação, porque inflação se combate também com credibilidade dos que conduzem a economia. Inflação se combate com controle de gastos públicos, inflação se combate com taxa de juros, mas inflação se combate também com credibilidade daqueles que estiverem comandando o processo. De nada adianta dizer que se vão reduzir gastos públicos se não houver confiança em que os gastos públicos serão reduzidos. De nada adianta dizer que a taxa de juros definida na próxima reunião no Banco Central vai ser de meio ponto se não houver confiança de que esse meio ponto foi chegado, acertado com base em análises frias do mercado. temos de continuar lutando cada um por aquele tema que considera sua bandeira. Não vou deixar de lutar aqui pela revolução que o Brasil precisa fazer e que, a meu ver, está na educação de base. Mas, neste momento, cada um dos nossos politicos deveria dizer que suas bandeiras fundamentais têm de estar recuadas enquanto não tivermos a plena convicção de que os preços dos produtos vendidos neste País vão manter a estabilidade que conseguimos, a partir de 1994, com tanto esforço. Quem tem a minha idade sabe que viveu quase toda sua vida sem saber quanto ia custar um produto na semana seguinte, depois de ter ganho o salário. Nós não podemos deixar que isso volte. E não podemos deixar que isso volte não só porque fere o bolso, fere o bem-estar, mas porque fere a cabeça das pessoas, porque, à medida que os preços deixam de ser uma referência, a gente perde as outras referências. Na hora que entra na agenda a inflação, a agenda muda, e os outros itens desaparecem completamente do cenário nacional. O Brasil já avançou muito e em grande parte pela estabilidade monetária que nós conquistamos e que virou um pacto nacional. Basta dizer que já mudamos do Presidente Itamar para o Presidente Fernando Henrique, para o Presidente Lula, para a Presidenta Dilma, mantendo a mesma coerência de compromisso com a estabilidade monetária. Deixar que isso morra, deixar que volte aquele tempo em que a gente não tinha padrão de referência de quanto as coisas custavam, de quanto valia uma ou outra. Deixar que volte esse tempo da maquininha infernal de remarcação de preços é a destruição de uma agenda de transformação nacional. Por isso, eu quero deixar aqui esse meu recado, mais uma vez, repetitivo. Disseram que eu sou repetitivo, porque só falo de educação e politica do Maranhão. Eu agora só vou ser repetitivo porque só vou falar de inflação, para poder voltar a falar de educação e politica e sensibilizar as outras pessoas. Senão, ninguém vai ser sensibilizado, tendo em vista que os preços ficam enlouquecidos como já foi neste País.
Era isso, Meus Amigos, que eu tinha a falar. Essa preocupação como CIDADÃO, essa preocupação como Brasileiro, essa preocupação como defensor da revolução que o Brasil precisa na educaçãode nosso POVO. Vamos dar todo apoio que a Presidenta quiser na luta contra a inflação.
Agora, para isso, o Governo tem de fazer alguns gestos que nos convençam de que a fala dela é, de fato, para valer; de que a fala dela é, de fato, comprometida; de que, de fato, ela está disposta a fazer o que for preciso para que este País continue com a estabilidade monetária que nós temos.
Agradeço a todos, Era esse o recado de um Brasileiro que, tão angustiado com a saúde, com a educação, com a pobreza.
Aelson Barros
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Corpo de Jackson é sepultado no Vinhais sob forte emoção
O corpo do ex-governador Jackson Lago foi sepultado com honras militares, por volta das 11h30 de hoje, no Cemitério Parque da Saudade, no bairro do Vinhais, em São Luís. Milhares de pessoas, entre familiares, amigos, correligionários e políticos de vários partidos acompanharam a cerimônia fúnebre, que aconteceu debaixo de muita chuva, mas sob forte emoção dos presentes.
O medico Jackson Kepler Lago – um dos fundadores do PDT, em 1979, ao lado de Leonel Brizola –, morreu na segunda-feira (4), aos 76 anos, no Hospital do Coração (São Paulo), de falência múltipla de órgãos, após complicações decorrentes de um câncer de próstata.
Ele era casado com a também médica Maria Clay Moreira Lago e tinha um filho – Igor – e duas filhas – Ludmila e Luciana.
O corpo do ex-governador chegou ontem às 15h em São Luís e foi levado em carro aberto do Corpo de Bombeiros, do aeroporto de São Luís até a sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT), na Rua dos Afogados (Centro), onde foi velado.
Além de governador (2007-2009), Jackson Lago foi deputado estadual (1975-1979) e prefeito de São Luís por três mandatos (1989-1992, 1997-2000 e 2001-2002, quando deixou o cargo para se candidatar a governador).
ackson também foi secretário estadual de Saúde de 1987 a 1988, no governo de Epitácio Cafeteira. Saiu para disputar e vencer pela primeira vez a eleição para prefeito de São Luís.
Lago concorreu ao governo estadual por três vezes. Além de 2006 – quando venceu Roseana Sarney – e 2010, ele disputou o cargo em 2002, perdendo para José Reinaldo Tavares (PSB).
O pedetista foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março de 2009 por abuso de poder político. Cinco ministros votaram a favor da cassação e dois contra. Após recurso, a decisão foi confirmada em 16 de abril do mesmo ano. O TSE mandou a segunda colocada no pleito, Roseana Sarney Murad (PMDB) assumir o cargo, o que ocorreu em 17 de abril.
Jackson sempre classificou sua cassação de “golpe judicial”.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Morre em São Paulo o ex-governador Jackson Lago
Morreu há poucos minutos no Hospital do Coração, em São Paulo, o ex-governador do Maranhão Jackson Kepler Lago. Ele estava internado desde quarta-feira (30), depois de uma piora no seu estado de saúde. Jackson sofria de câncer de próstata.
José Alencar
Meus @migos
,
Sei que neste momento o normal é começar falando para a família do José Alencar, para os mineiros. Mas quero falar, para os jovens brasileiros. Quero que eles tenham a sensação que não temos todos os dias do nascimento de um personagem histórico; que eles percebam que hoje, no começo da tarde, no Brasil, nasceu um novo personagem histórico. Personagem histórico que os jovens precisam entender como é que nasce. Ele nasce obviamente, em primeiro lugar, pela vida que ele teve, mas ele nasce sobretudo pela doação que fez ao seu País, a sua Nação.
José Alencar hoje deixou de estar entre nós na vida, mas hoje ele nasceu para a história. Nós perdemos uma figura especial na relação que nós tínhamos, mas nós ganhamos um exemplo a ser seguido por cada um de nós.
Por isto eu falo para os jovens brasileiros, para que eles percebam que, diante do desânimo que eles vivem, diante do sentimento de mágoa que eles têm, diante da frustração que eles têm com aqueles que fazem política, eles têm que perceber que, no meio de tantos de nós, de repente, um deles desaparece para a vida e surge para a história. Desaparece como ser humano e aparece como ser histórico, como exemplo permanente.
Quero que cada um dos jovens brasileiros hoje entendessem, ao olhar ao redor, ao ver o noticiário, ao perceber quantos estão sofrendo neste País inteiro, entendessem que tiveram o privilégio, estão tendo o privilégio de terem acompanhado a luta de um grande homem, um grande homem de sucesso nos seus negócios, de grande sucesso na vida pública, mas um homem sobretudo de coerência, de capacidade, de resistência inclusive física e por isso, pela resistência, pelo sucesso, pela coerência, pela luta ele vira um personagem histórico. Graças à política. O simples fato de ele ser um homem de sucesso nos negócios não teria feito dele um personagem histórico em que ele se transformou ao viver lutando e ao morrer lutando. Esse personagem histórico nasceu da crença dele na luta política, da sua doação pela política ao seu País e pela capacidade de exercer a política com honradez.
Eu quero deixar esta mensagem aos jovens brasileiros: cada um de vocês tenha a sensação de assistir ao nascimento de um personagem histórico da maior importância no cenário brasileiro.
Para concluir, meus cumprimentos aos familiares, aos mineiros ,ao PRB, o partido que o acolheu, que fez dele Vice-Presidente e ao qual ele serviu, com tanta honra e tanto orgulho para vocês. Parabéns pelo personagem de que vocês estiveram juntos. Parabéns pelo exemplo histórico que surgiu do PRB para a história brasileira.
Aelson Barros
,
Sei que neste momento o normal é começar falando para a família do José Alencar, para os mineiros. Mas quero falar, para os jovens brasileiros. Quero que eles tenham a sensação que não temos todos os dias do nascimento de um personagem histórico; que eles percebam que hoje, no começo da tarde, no Brasil, nasceu um novo personagem histórico. Personagem histórico que os jovens precisam entender como é que nasce. Ele nasce obviamente, em primeiro lugar, pela vida que ele teve, mas ele nasce sobretudo pela doação que fez ao seu País, a sua Nação.
José Alencar hoje deixou de estar entre nós na vida, mas hoje ele nasceu para a história. Nós perdemos uma figura especial na relação que nós tínhamos, mas nós ganhamos um exemplo a ser seguido por cada um de nós.
Por isto eu falo para os jovens brasileiros, para que eles percebam que, diante do desânimo que eles vivem, diante do sentimento de mágoa que eles têm, diante da frustração que eles têm com aqueles que fazem política, eles têm que perceber que, no meio de tantos de nós, de repente, um deles desaparece para a vida e surge para a história. Desaparece como ser humano e aparece como ser histórico, como exemplo permanente.
Quero que cada um dos jovens brasileiros hoje entendessem, ao olhar ao redor, ao ver o noticiário, ao perceber quantos estão sofrendo neste País inteiro, entendessem que tiveram o privilégio, estão tendo o privilégio de terem acompanhado a luta de um grande homem, um grande homem de sucesso nos seus negócios, de grande sucesso na vida pública, mas um homem sobretudo de coerência, de capacidade, de resistência inclusive física e por isso, pela resistência, pelo sucesso, pela coerência, pela luta ele vira um personagem histórico. Graças à política. O simples fato de ele ser um homem de sucesso nos negócios não teria feito dele um personagem histórico em que ele se transformou ao viver lutando e ao morrer lutando. Esse personagem histórico nasceu da crença dele na luta política, da sua doação pela política ao seu País e pela capacidade de exercer a política com honradez.
Eu quero deixar esta mensagem aos jovens brasileiros: cada um de vocês tenha a sensação de assistir ao nascimento de um personagem histórico da maior importância no cenário brasileiro.
Para concluir, meus cumprimentos aos familiares, aos mineiros ,ao PRB, o partido que o acolheu, que fez dele Vice-Presidente e ao qual ele serviu, com tanta honra e tanto orgulho para vocês. Parabéns pelo personagem de que vocês estiveram juntos. Parabéns pelo exemplo histórico que surgiu do PRB para a história brasileira.
Aelson Barros
sexta-feira, 18 de março de 2011
TERRA - MÃE
Me agridem o tempo todo.
Me sujam, cospem em mim me batem e me macham de sangue.
Não me alimentão não me agradecem, não me respeitão.
Me queimam logo eu! mãe da raça humana que se torna cada vez mais desumana.
Logo eu que lhes dou o alimeto, que lhes proporciono a alegria de belas paisagens.
Logo eu! que tiro de mim do meu colo seu sustento.
Que faço brotar dos mais profundos poços a agua que lhes traz a vida.
Voces só não percebem que lhes quero o bem, quando eu não aguento mais peço a Deus que me lave, e dos ceus caem chuvas que me limpam e me faz respirar.
Quando eu não aguento mais tanta humilhaçao tanta dor, e tantos corpos pelo chão.
Deixo gravado na historia a minha insastisfação, começo a chorar e grandes ondas se formam, matando milhoes. As vezes fico tão quente e triste, que espiro bolas de fogo destruindo casas e manções. Voces me ferem de uma forma, que fico tonta, abrindo burracos em mim que devoram cidades.
Porém olhem para mim!Eu sou a mãe de todos voces.
E tambem a bomba organica mais importante que existe.
Voces podem pisar em mim, me ferir me inguinorar.
Mais eu ainda amo voces.Mais estou morrendo, um dia não irei suportar, tanto ódio e ganancia.
Voce ja sabe quem eu sou?
A mãe da vida e da morte.
A mãe do ontem do hoje e do futuro.
Eu sou a mãe terra. Aquela que acolhe voces, então lhes pesso! tenham consciencia de que estou viva, e posso retribuir o amor de voces.
Aelson Barros
quinta-feira, 17 de março de 2011
11 de Março, Parabéns Governador Eugênio Barros
11 de Março de 2011, dia do aniversario da cidade,e a cidade que ganha o presente e o povo também, Eu quero cumprimentar o PrefeitoWashington Luis Nogueira do nosso município. Mas agora vamos tratar do que eu vim tratar aqui com vocês, porque as pessoas mais pobres do nosso país sabem o quanto é doloroso buscar atendimento médico para um ente querido, um filho, um pai, uma mãe ou uma avó, e não conseguir ser atendido. Se depender deste novo hospital ,hoje, isso não mais vai acontecer na nossa cidade. O nosso sonho é que um dia essa seja a realidade em todo o Brasil mude para melhor e vocês sabem que os investimentos em saúde são prioridade desde o primeiro dia. Melhoramos a qualidade do atendimento e aperfeiçoamos a prestação de serviços. E eu quero lembrar, aqui, para não perder de vista, nosso hospital é referência na região.Tudo isso, para melhor atender a saúde da população. Todos sabem que as pessoas que procuram um hospital sempre estão fragilizadas e precisam de mais atenção e de mais carinho. Não tem coisa pior do que você chegar doente a um hospital e encontrar uma atendente mal-humorada, ou porque o atendeu um atendente mal-humorado. Mesmo que essa pessoa tenha problemas em casa, mesmo que tenha problemas sei lá de que espécie, até isso, mas essa pessoa não pode descarregar no atendimento à pessoa que chega doente. A pessoa que chega doente, se for tratada com carinho, já vale cinqüenta por cento da consulta. Agora, se for tratada com mau humor, realmente essa pessoa volta para casa mais doente do que chegou ao hospital. Assim, proporcionando maior conforto aos pacientes, buscando atendê-los de acordo com a gravidade do seu estado de saúde e, sobretudo, fazendo com que passem o menor tempo possível no hospital. Quero deixar claro que este grande hospital só se tornou realidade porque é o resultado de muito trabalho, nosso Amigo Pidaré é prova disso.
Meus amigos e minhas amigas, dentre as muitas iniciativas que podem ser citadas como exemplos de que a saúde tem sido uma prioridade fundamental em nosso municipio. são duas iniciativas importantes que esta sendo adotada em favor da qualidade de vida do nosso povo. Na verdade, saúde é questão de cidadania e justiça social.
Parabéns ao Prefeito, parabéns ao nosso querido povo e se, Deus quiser, as coisas vão continuar evoluindo e vão melhorar.
Até outro dia, se Deus quiser
Aelson Barros
Meus amigos e minhas amigas, dentre as muitas iniciativas que podem ser citadas como exemplos de que a saúde tem sido uma prioridade fundamental em nosso municipio. são duas iniciativas importantes que esta sendo adotada em favor da qualidade de vida do nosso povo. Na verdade, saúde é questão de cidadania e justiça social.
Parabéns ao Prefeito, parabéns ao nosso querido povo e se, Deus quiser, as coisas vão continuar evoluindo e vão melhorar.
Até outro dia, se Deus quiser
Aelson Barros
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Todo mundo ERRA!
Lá vou eu de novo tentar tirar as poeiras que se acumularam ao longo dessa minha ausência grande. Primeiro, quero agradecer muito a todos pelos acessos que apesar da pouca atualização do site se mantém num número bastante significativo. Segundo gostaria de pedir desculpas por ter me afastado tanto… sem que não justifica entretanto tenho andando bastante ocupado e com muitas coisas em paralela por isso, tive que priorizar.
Mas chega de conversa e vamos ao que interessa.
Acredito sinceramente que nenhum de nós é um santo por completo nem um demônio total. Falo isso, pois penso que todos nós erramos, caímos, falhamos, decepcionamos, etc. Uns mais que os outros, outros menos, mas todos nós temos nosso momento de “pecadores”. Eu particularmente me encaixo nesse perfil. Tenho meus acertos, porém, de um forma bem sincero, tenhos minhas “ruindades”.
Diante a uma reflexão como essa a pergunta que me coloco, se todos falhamos, o que muda de um para outro é a intensidade e/ou frequência. Sendo assim, com qual base julgamos? Qual é a premissa que assumimos para então dizer que alguém merece ou não se punido? Não vou me alongar demais porque só a tentativa de discutir essa pergunta é tema para até doutorado e meus amigos advogados, juristas, estão mais aptos do que eu para falar sobre o assunto.
Quero trazer dois pontos : primeiro que precisamos evitar os julgamentos. Sim evitar, não disse ser cuidadoso. Disse evitar. Parar de preferência. Como disse antes somos criaturas errantes, falhas em nossas essências, logo incapazes de estabelecermos um conceito inidoneo . Outro ponto é que errar faz parte de nossa caminhada e por isso devemos mudar um pouco nossa atitude com relação a esses acontecimentos.
Julgamentos e preconceitos são uma das fontes de todo o mal. Sempre que assim o fazemos estamos introduzindo uma componente humana e por isso falha. Logo, na maioria dos casos, incorremos no erro (viu erramos o tempo todo) de estabelecermos punições, afastamos ou aproximamos, e outras atitudes, que mais nos atrapalham do que ajudam. O exercício de não julgar, de não esperar é titanicamente difícil. Não espero que ninguém consiga sem ter algo divino.
Partindo do pressuposto que somos falhos, é fato que iremos errar, em pequena ou grande escala. A questão é como lidamos com esses tropeços. Caímos e nos levantamos logo em seguida? Ficamos congelados? O que fazemos? Eu, particularmente, sou daquela pessoa que me sinto muito mal e fica, na maioria dos casos, paralizado. Fico angustiado mas não transformo isso em movimento para frente.
Quando me permito aceitar que erro e que preciso me perdoar por isso, uma nova abordagem ganha cores: nesses casos consigo mover adiante e sempre acabo evoluindo mais.
Bem é isso.
Mas chega de conversa e vamos ao que interessa.
Acredito sinceramente que nenhum de nós é um santo por completo nem um demônio total. Falo isso, pois penso que todos nós erramos, caímos, falhamos, decepcionamos, etc. Uns mais que os outros, outros menos, mas todos nós temos nosso momento de “pecadores”. Eu particularmente me encaixo nesse perfil. Tenho meus acertos, porém, de um forma bem sincero, tenhos minhas “ruindades”.
Diante a uma reflexão como essa a pergunta que me coloco, se todos falhamos, o que muda de um para outro é a intensidade e/ou frequência. Sendo assim, com qual base julgamos? Qual é a premissa que assumimos para então dizer que alguém merece ou não se punido? Não vou me alongar demais porque só a tentativa de discutir essa pergunta é tema para até doutorado e meus amigos advogados, juristas, estão mais aptos do que eu para falar sobre o assunto.
Quero trazer dois pontos : primeiro que precisamos evitar os julgamentos. Sim evitar, não disse ser cuidadoso. Disse evitar. Parar de preferência. Como disse antes somos criaturas errantes, falhas em nossas essências, logo incapazes de estabelecermos um conceito inidoneo . Outro ponto é que errar faz parte de nossa caminhada e por isso devemos mudar um pouco nossa atitude com relação a esses acontecimentos.
Julgamentos e preconceitos são uma das fontes de todo o mal. Sempre que assim o fazemos estamos introduzindo uma componente humana e por isso falha. Logo, na maioria dos casos, incorremos no erro (viu erramos o tempo todo) de estabelecermos punições, afastamos ou aproximamos, e outras atitudes, que mais nos atrapalham do que ajudam. O exercício de não julgar, de não esperar é titanicamente difícil. Não espero que ninguém consiga sem ter algo divino.
Partindo do pressuposto que somos falhos, é fato que iremos errar, em pequena ou grande escala. A questão é como lidamos com esses tropeços. Caímos e nos levantamos logo em seguida? Ficamos congelados? O que fazemos? Eu, particularmente, sou daquela pessoa que me sinto muito mal e fica, na maioria dos casos, paralizado. Fico angustiado mas não transformo isso em movimento para frente.
Quando me permito aceitar que erro e que preciso me perdoar por isso, uma nova abordagem ganha cores: nesses casos consigo mover adiante e sempre acabo evoluindo mais.
Bem é isso.
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