quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Partidos do Governo

O Governo do Maranhao de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto ... Essa foi a obra do governo nos últimos anos. No outro regime (monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre - as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. No governo, os tarados são os tarudos. 
hoje no Maranhao, todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem ..." Aelson Barros 


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Copa no Brasil 2014

Eu fiquei orgulhoso e, ao mesmo tempo, preocupado. Preocupado porque, se a Copa é daqui a três anos, mil dias, até menos, em 2014, daqui a quinze, vinte anos, os indicadores de educação que nós temos hoje, transmitidos com base no Enem, são trágicos. E aí vem o constrangimento, eu diria até certa vergonha, de vermos que os recursos que nós temos para usar para fazer a Copa não são usados para fazer a escola. Por que é que nós todos ficamos até ufanistas, com alegria, mobilizados para realizar esses mil dias que faltam para a Copa e não gastamos tempo necessário para analisarmos os cinco, dez, quinze, vinte anos que faltam para que a geração atual de crianças chegue à vida adulta preparada para enfrentar os novos tempos?
Na mesma semana em que o Brasil comemora os mil dias que faltam para a Copa do Mundo e mostra a pujança deste País para construir tantos estádios gigantescos, belíssimos, a tragédia da educação apresentada pelos indicadores do Enem passa quase desapercebida. E, se se fala dele, é apenas com relação aos indicadores. Nenhuma, nenhuma medida foi tomada visando corrigir isso para resolver o problema da educação. Não vimos uma reunião de Ministérios, não vimos uma reunião do Conselho da República, que é um conselho previsto na Constituição para ser convocado em caso de risco que a Nação atravesse. E a Nação está em risco diante dos resultados mostrados pelo Enem. Nós não vemos mobilização para corrigir isso.
Nós vemos festas hoje porque faltam mil dias para a Copa. Nós vemos pujança para a construção daquilo que é preciso para a Copa no mesmo momento em que sai o resultado do Enem e em que, em centenas de escolas, dezenas de milhares de professores estão em greve, com as escolas paradas.
A gente não vê mobilização. A gente não vê afã de corrigir isso. A gente não vê um esforço para fazer com a educação brasileira o que fizemos, cinquenta anos atrás, para construir esta cidade, Brasília, ou agora fazemos para construir os estádios da Copa. E não só os estádios, e os trens que vão levar, e os aeroportos e todas as obras necessárias.
Por que nosso País se envolve dessa forma e usa sua força, sua pujança, para realizar uma coisa ótima, fundamental, bonita, nobre e que nos entusiasma, que é a Copa do Mundo? Nós não fazemos nem isto aqui para corrigir a situação da educação das nossas crianças. Por quê? Onde foi que a formação nossa de brasileiros, povo e líderes, errou? Onde foi que nos desviamos, a ponto de dizer tudo o que é preciso para a Copa, nada do que é preciso para a escola? Onde é que nós erramos? E o grave é que não seria difícil fazer para a educação o que se está fazendo para a Copa,  não em três anos, não em mil dias; em mais tempo.
O próprio resultado do Enem permite mostrar onde está a solução. Uma solução seria dizer: Vamos deixar todas que todas as escolas sejam privadas porque elas são boas!. Só que isso seria a solução para uma pequena minoria de pessoas que poderiam pagar a educação de seus filhos; logo, essa não é a saída. A privatização das telecomunicações resolveu dar um telefone a cada um. A privatização da escola não resolverá porque as escolas custam caro.
Não há educação boa barata. É preciso o povo brasileiro se convencer disso. Com menos de R$9 mil por ano para cada aluno, não há como ter uma boa educação. E as escolas particulares boas cobram R$12 mil por ano, algumas mais do que R$12 mil por ano. E os pais ainda têm de fazer atividades extras de ginástica, caratê, inglês, francês para poderem completar.
No Brasil, um jovem, até o final da sua formação, custa mais ou menos R$250 mil de educação ao longo, digamos, de vinte anos de escolaridade, dos 4 aos 24. Isso dá um valor muito alto.
Nós não temos como pensar em educação boa barata, mas é muito mais barato que manter na cadeia as pessoas que não tiveram alternativas na vida e caíram no crime. Aliás, é mais barato do que o que custa não ter dado educação, pela ineficiência, pelo despreparo, pela incapacidade de inventar produtos novos que cheguem à economia mundial, no lugar de continuarmos sendo produtores de bens primários ou indústria mecânica antiga. Custa muito mais caro não dar educação boa para todos que dar educação boa para todos.
E onde está a solução? Vejam o Enem. Se a gente pega os resultados do Enem, a gente vê que, das cem melhores escolas do Brasil... São 200 mil. Então, quando a gente pega cem, é porque são as melhores, melhores, melhores mesmo. Dessas cem, nós podemos dizer que treze são públicas. Treze são públicas.
É pouco, não é? Muito pouco. Mas o que é interessante é que, dessas treze públicas, doze são federais. Está aí a solução. A solução está em colocar escolas federais, porque os municípios não têm condições, porque os Estados não têm condições, só a União tem condições. Nós não podemos continuar imaginando que vamos ter a solução para as nossas escolas a partir do município.
Das trezentas primeiras escolas, 28 são públicas. Dessas, 27 são federais. A solução está aí. A solução está em ampliar o número de escolas federais neste País. A solução está em fazer com que todas as escolas públicas deste País sejam federais, como o Colégio Pedro II, como as escolas técnicas, como os institutos de aplicação, como os colégios militares.
Quando a gente põe esse número aqui, a gente não está dizendo que o número delas é pequeno. São apenas trezentas escolas federais, entre algumas milhares de particulares, entre centenas de milhares, porque são 200 mil no total das nossas escolas.
E,  isso é absolutamente necessário porque o Enem não mostra a real dimensão da tragédia educacional. Sabe por quê? Porque o Enem só mostra as notas baixíssimas dos que terminaram o ensino médio. Os que não chegaram lá nem entram na contabilidade  e são 64% dos alunos. Imagine se a gente desse nota zero a 64. A sessenta, e calculasse a média com as notas apenas de quarenta. As notas desses quarenta já são baixas, as escolas já são reprovadas. Agora, imagine se a gente colocasse cem, incluindo sessemta com nota zero. A média caía para a metade. A nota ia ser três.
Aonde vai um país cujas notas médias das escolas estão em três, de zero a dez? Aonde vai esse país? Vai para o abismo do atraso, vai para o abismo da desigualdade. Porque nós sabemos que, no mundo de hoje, o que define um país ser avançado ou atrasado é o grau de educação de suas crianças, a qualidade das universidades que essas crianças educadas provocam e a quantidade e competência dos institutos de ciência e tecnologia que essas faculdades permitem. É esta a cadeia: escola boa para todos, alguns muitos bons nas universidades e os melhores ainda nos centros de ciência e tecnologia. O futuro vem daí. Mas não é só o futuro que está ameaçado do ponto de vista econômico. É o futuro do ponto de vista social, porque está provado que o que causa desigualdade hoje é a desigualdade educacional. A desigualdade social vem da desigualdade educacional.
Houve um tempo em que ser rico ou pobre dependia de ter terra ou não ter terra. Quem tinha terra era rico. Quem não tinha terra era pobre. Depois, houve um tempo em que ser rico ou ser pobre dependia do capital, do dinheiro para investir em máquinas, em equipamentos. Não é mais assim. Ser rico ou ser pobre hoje depende de ter conhecimento ou não ter conhecimento.
Há exceções obviamente. Aqui e ali tem um senhor que não estudou e que tira na loteria, mas é muito raro. Aqui e ali tem um senhor ou uma senhora que estudou, cada um deles, e teve má sorte na vida. Tem. Alguns até estudam muito e morrem antes do tempo, mas aí é o acaso. Na média, o que faz uma pessoa ter sucesso ou não ter sucesso é o grau de conhecimento que ela tem. E é isso que aproxima socialmente a sociedade. 
 
Aelson Barros

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ministério do Turismo: mudar para permanecer.‏

Gastão Vieira é  continuidade dos sarneys no MTur. Ele tem mais poder de inviabilizar o aprofundamento das investigações sobre Novais e ações do titular da EMBRATUR. Suas relações federais são melhores e evitará condutas patéticas à Novais.

Com GV quebra-se mais uma vez a estratégia dos politicos maranhenses de evitarem holofotes nacionais.

GV vai para o MTur no momento em que seria cobrado pela falência da educação no Estado, vez que como ex-secretário de Planejamento e de Educação do MA; ex-membro da CCE e do Plano Nacional de Educação no CN deve ser responsabilizado.

GV é conhecido em SL pelo caráter nepótico de suas presenças nos orgãos que chefia. Com ele os parentes em primeiro lugar. Vamos ver quanto tempo resiste no MTur.

Francinaldo Morais, professor de História, Caxias-MA.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta-feira (24/3), no Palácio do Planalto, um grupo de estudantes universitários e secundaristas que participaram de manifestações na Esplanada dos Ministérios


 

A presidenta Dilma Rousseff recebeu, nesta quinta-feira (24/3), no Palácio do Planalto, um grupo de estudantes universitários e secundaristas que participaram de manifestações na Esplanada dos Ministérios. Sob liderança dos presidentes da UNE (União Nacional dos Estudantes), Augusto Chagas, e da Ubes (União Brasileira de Estudantes Secundaristas), Yann Evanovick, o grupo de estudantes foi recebido, num primeiro momento, pelo secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, e em seguida todos se reuniram com a presidenta Dilma, que se fez acompanhar pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.



Após a reunião, Chagas e Evanovick conversaram com jornalistas sobre o encontro. Eles informaram que as entidades que representam os estudantes apresentaram à presidenta Dilma a pauta de reivindicação para o setor de educação. Segundo Chagas, a pauta contempla destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor e 50% da receita do fundo proveniente do pré-sal também para o sistema educacional. Evanovick afirmou que a presidenta Dilma mostrou-se sensível ao pedido dos estudantes.



Durante a conversa, os estudantes solicitaram que as conquistas obtidas no Congresso Nacional não sejam vetadas pela presidenta em matérias que devem virar leis. De acordo com o presidente da Ubes, as entidades apresentaram 59 emendas em projeto de lei que tramita na Comissão de Educação da Câmara que trata do plano nacional de educação.



Estudantes fazem marcha em Brasília para pedir mais investimento em educação

Da Agência Brasil

Brasília – A União Nacional dos Estudantes (UNE) está com representantes em Brasília para pedir mais investimentos para a área de educação. Depois de realizar uma marcha na região central da cidade, os estudantes esperam ser recebidos, nesta tarde, no Congresso Nacional e também pela presidenta Dilma Rousseff.

A UNE disse ter reunido 10 mil estudantes no protesto, que percorreu as ruas desde o Banco Central até a Esplanada dos Ministérios. Mas, segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, a marcha reuniu cerca de 3 mil pessoas.

Os estudantes reivindicam a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país para a educação, o investimento de 50% do fundo do pré-sal e redução de juros. “O Brasil vive um momento importante, vem se destacando como uma forte economia. Neste momento, investimentos em educação são prioritários para o desenvolvimento do país”, disse o presidente da UNE, Daniel Lliescu.

O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Yann Evanovick, que veio do Amazonas para apoiar o movimento, destacou a necessidade de mais assistência estudantil, melhoria nas escolas e universidades. Ele também chamou a atenção para a evasão escolar no ensino médio. “Hoje, 50% dos jovens que estão no ensino médio abandonam os estudos, ou seja, milhares de estudantes deixando as escolas”, disse Evanovick.

Os estudantes reivindicam ainda melhor remuneração para os professores e ampliação das vagas nas universidades públicas. O pernambucano Ângelo Raniere, diretor na UNE, disse que, além de ampliar as vagas no ensino superior, o governo precisa garantir estrutura adequada para a educação.

A estudante Camila Vallejo, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh), ativista nos protestos estudantis chilenos que reuniram milhares de estudantes nos últimos dias, também participou da marcha. Camila veio ao Brasil com objetivo de elaborar uma agenda política com a UNE. Ela quer alertar sobre as violações dos direitos humanos e sobre a falta de democracia no Chile.

Para Lliescu, além de apoiar os estudantes chilenos nas questões relativas aos direitos humanos, o movimento estudantil brasileiro pode trocar experiências com o Chile. “Há algo em comum na luta estudantil dos dois países, que é a grande participação do setor privado do ensino superior. Defendemos a regularização do ensino superior privado, é preciso garantir uma educação de qualidade", observou.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Combate a Pobreza no Ma.

Ha história passou a ser escrita, a pobreza foi um assunto e um problema focalizado com freqüência. Não foi, portanto, o romantismo com os "Os Miseráveis", de Victor Hugo que mostrou a chaga social da pobreza, a tristeza que a envolve, o baixo padrão que nela se insere em permanência, mas a própria natureza humana, séculos após século, que multiplicou os pobres, e estabeleceu as classes sociais, com as diferenças conhecidas e combatidas, até agora inutilmente.

Não só no Brasil, a pobreza é uma das vergonhas. Ela existe inclusive nos países altamente desenvolvidos, como a Suíça, como os Estados Unidos, com a Suécia, enfim, como os países conhecidos pela sua estrutura social, com reduzida percentagem de pobreza.

É um quadro sinistro, deplorável em todos os sentidos, em que figuram quase todos os países, ou mesmo, se formos exigentes na apuração da realidade, que apresentam altas taxas de pobreza, como os povos africanos. E outros.

Combater a pobreza, os treze bolsões de miséria que a ONU registrou no Brasil, é, pois, um dever, não aumentando impostos para justificar a manutenção em parte ociosa da burocracia brasileira, essa brutal devoradora de verbas daqueles que necessitam para os que não necessitam.

O governo só poderá combater a pobreza reduzindo os impostos e fazendo um plano não-fictício, como tantos que já foram jogados na lata de lixo dos ministérios. Deve ter o propósito de servir aos pobres do País, que são milhões em todas as regiões.

Não defendemos a inviável versão marxista da divisão social em classes. Elas existem e vão continuar a existir, como ficou mais do que comprovado na extinta União Soviética, onde classes predominaram mais do que no Antigo Regime, que provocou a catastrófica Revolução Francesa.

Defendemos uma organização social de classes, em que todas elas sejam providas de meios para os seus membros, que não vivam no terrível ostracismo social da pobreza.
 
Aelson Barros

sábado, 13 de agosto de 2011

2 ª Grande Vaqueja de Governador Eugenio Barros-MA


Vai começa a 2 ª  Grande Vaquejada de  Governador Eugenio Barros-MA, e com uma premiação de R$ 10.000,00 reais  para os participantes do evento. O evento acontecera com muita alegria,  vamos fazer que este evento se torne referencia na região do nosso estado.  A 1º Vaquejada serviu para a equipe melhorar a cada ano que passa, pois os nossos telespectadores merecem sempre o melhor.  Acho até mesmo que devemos já ir pensando na do ano que vem 2012, para já ir programando a maior vaqueja que a região já viu, fazendo inclusive a escolha da rainha da vaquejada, Esperamos  que toda a comunidade de Governador Eugenio Barros-Ma e região venha participar!!!

Aelson Barros